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[edit] Instalar o executável

O Blender encontra-se disponível quer através de um ficheiro executável, quer através do seu código fonte no site da Blender Foundation (http://www.blender.org). Na página principal, seguir o link para a secção 'Downloads'.

Em relação a este manual online no wiki, você pode normalmente usar a versão mais recente do Blender encontrada no website daBlender Foundation (embora algumas funções da versão mais recente possam não estar documentadas ainda). Se você esteja usando uma versão impressa deste manual, está recomendado usar a versão do Blender incluída no CD-ROM. No texto a seguir, quando se fala de "baixar", as pessoas que usam o livro impresso deveriam pegar o Blender do CD-ROM.

[edit] Downloading e Instalação da Distribuição Executável

A distribuição executável encontra-se em 6 formatos:

O formato para Linux encontra-se em 4 sub-formatos distintos: para as arquitecturas Intel e PowerPC, e com bibliotectas estáticas ou dinâmicas.

A diferença entre bibliotecas estáticas ou dinâmicas é importante. As estáticas possuem as bibliotecas OpenGL incorporadas. Isto faz com o que o Blender corra no seu sistema sem utilizar aceleração gráfica por hardware. Utilize esta versão se o formato dinâmico não falhar! O OpenGL é utilizado no Blender para todo o desenho, incluindo menus e botões. Por este motivo necessita de ter o OpenGL instalado no sistema. Esta dependencia torna uma instalação correcta do OpenGL um requisito necessário.. Nem todos os fabricantes de placas gráficas 3D providenciam um suporte segundo a especificação, especialmente placas gráficas baratas, dirijidas ao mercado de jogos.

Claro que, uma vez que a renderização é feita pelo motor de renderização do Blender, em memória e pelo CPU da sua máquina, uma placa gráfica com aceleração por hardware não terá influência no tempo de renderização

[edit] Definindo uma estrutura de directórios

Se é novo na experiencia de instalação do Blender no seu PC, é imperativo que se mantenha organizado, uma vez que vai rapidamente acumular muitos modelos, texturas, imagens, ficheiros .blend, ficheiros .zip, scripts, etc. Coloca-los todos juntos numa directoria leva a confusão, portanto é recomendável que perca algum tempo a criar novas pastas por forma a manter os seus ficheiros organizados. A estrutura seguinte é apenas uma recomendação, baseada em alguns anos de experiencia. Há também algumas ferramentas gratuitas que o podem ajudar a manter projectos de maior envergadura (tais como o CVS), mas encontram-se para lá do âmbito deste documento.

Para usuários novos, uma sugestão de estrutura a criar na sua estação de trabalho é:

  • C:\Blender - uma pasta compartilhada contendo as pastas seguintes:
    • \bin\ - executáveis e utilitários baixados da web, como Yafray, Python, Gocubic, Virtual Dub, etc.
    • \examples\ - trabalhos de outras pessoas (imagens, vídeos) para estudo offline
    • \lib\ - uma biblioteca com mateiral de referência (mais sobre isso abaixo)
    • \man\ - manuais, pdf guias como Blender Basics, videos de mestres, documentos de referência e as suas próprias notas
    • \play\ - a sua área de treinamento; uma pasta para salvar os seus arquivos .blend de teste
    • \script\ - scripts python que não vem junto com o Blender
    • \tmp\ - uma pasta temporária para qualquer tipo de arquivo temporário
    • \tut\ - tutoriais e "how-to" coletados na internet. Salve eles ali com a função "save as entire web page" do seu navegador
    • \util\ - utilidades como Make Human, World Forge, e Tree Generator.
    • \work\ - E finalmente, quando você consegue produzir algo que merece sair da pasta "play", ponha ele aqui...

[edit] Explicações sobre as pastas

A pasta principal é /Blender/, que em XP mantenho em /Shared Downloads/. Crie uma subpasta /Blender/bin/ para manter os binários que descarregar, ou o ficheiro executável de instalação, bem como todos os outros executáveis relacionados com o Blender, como por exemplo o YafRay, e algumas DLL's que possua para alargar as possibilidades oferecidas pelo Blender.. Execute o ficheiro de instalação para criar (em Windows) a tradicional pasta c:\program files\Blender.

Biblioteca: No início o entusiasmo é sempre muito, mas não há necessidade de re-criar o mundo, já existem uma data de modelos e recursos na internet feitos por outras pessoas e com muita qualidade. Para acolher esta panóplia de modelos pré-construidos, crie uma pasta (biblioteca) em /Blender/lib/ para o efeito. Subdirectórios desta pasta podem ser por exemplo /mesh (para colocar ficheiros .blend de malhas de objectos), /tex para colocar texturas, e /pic para colocar imagens. A minha pasta /Blender/lib/mesh tem subdirectórios /animal, /humano, /maquina, /planeta, e /arquitectura apenas para nomear uns poucos, que contém modelos destes tipos. A pasta /tex, tem um conjunto semelhante de sub-pastas que contém ficheiros .jpg e até ficheiros .blend com materiais comuns usados para colorir e pintar objectos. A minha pasta /tex contém as subpastas /natureza, /edificios, /pintado, /metalizado etc... A pasta /pic contém figuras de referencia de pessoas (Angelie Jolie), caras (a minha filha), mobílias, o meu carro (Dodge Viper), e outras imagens de referência e concept art que eu uso como referencia e inspiração quando estou a modelar.

Manual e Guias de Utilizador: Crie a pasta /Blender/man/ para colocar manuais, guias que vai encontrando na internet, em html, word (.doc) ou em formato .pdf. Existem alguns em sites de fãs e utilizadores. Pode também usar esta pasta para manter uma cópia desta wiki para consulta offline.

Tutoriais: Há muitos tutoriais na internet disponíveis para download. Crie uma pasta /Blender/tut para juntar esses tutoriais que lhe chamaram a atenção. Alguns são distribuidos por pessoas individuais e podem vir a desaparecer do seu sítio original, por isso, se encontrar um tutorial que lhe interessa, talvez seja bom fazer o download e guardar a sua própria cópia neste directório.

Python scripts: O Blender usa uma linguagem de scripting, Phyton, para alargar as suas possibilidades, ou automatizar tarefas. Existem muitos desses scripts que podem ser carregados no Blender. Á medida que os encontrar, grave-os numa directoria /Blender/script/, juntamente com outros ficheiros batch que escreva para fazer backups, etc...

Utilidades: O Blender evoluiu ao ponto de existirem programas completos para fazerem coisas maravilhosas. Mantenha a sua cópia de, por exemplo, MakeHuman e WorldForge numa pasta chamada /Blender/util/.

Just Do It!: Ok, agora precisa de algum espaço para VOCÊ, jovem aprendiz!, Crie uma /Blender/testes e /Blender/projectos, para colocar as suas primeiras tentativas, e, quando começar um verdadeiro projecto, um ficheiro de trabalho. Já utilizei o Blender para criar um anuncia comercial, um documentário sobre Niger e uma patente (#6,796,205), portanto tenho subdirectórios em /Blender/projectos para cada um destes projectos. Na pasta /Blender/projectos tenho um sub-directório para cada um destes trabalhos, e em cada um deles existem /tex, /pic, /render e /wav, para colocar texturas, imagens, renders, e ficheiros de som respectivamente. Os ficheiros .blend propriamente ditos coloco-os em /projectos/xxx/, onde xxx é um acrónimo ou pequeno nome do projecto. A pasta /Blender/testes organizei-a informalmente em pastas como YafRay, anim (animação), Light e outras. É basicamente um repositório de experiências a que eu recorro quando me lembro que "já fiz uma coisa destas mas não me lembro como é que se faz outra vez...".

[edit] Configure o seu Blender

A instalação genérica do Blender tem toneladas de funções e fica bem bonita também. Quando você for instalar ou atualizar ela, tem algumas coisas para fazer:

  • 'Indique' ao Blender onde estão os recursos na sua máquina
  • Copie e teste todos os scripts python que você mesmo fez ou modificou
  • Indique ao Blender onde estão os seus plugins de sequence e textura
  • Customize os seus layouts de animação, modelagem, material, sequencia e scripting
  • Defina as suas pastas usuais de 'saída' (output directories, onde você quer que as animações estejam salvas)

The top window contains all the User Preferences, including a File Paths tab that you should set up. Then, go into your \Blender\Scripts\ folder and copy the non-distributed scripts into your .blender\scripts directory. Your texture and sequence plugin pathspecs are under User Preferences, and I keep mine in \Blender\bin folders of their own. Your different desktops are selected from the left drop-down menu at the top of the screen. You can size and reconfigure each of these to suit your particular preference (for newbies, the defaults are just fine). If you click the Render button, to top Output directory is where your animations are put (by default), and you might want to point that to your temp directory. Finally, save all your changes with ctrlUkey

A janela superior do Blender contém as Preferências do Usuário, incluíndo uma seção "File Paths" onde você deveria configurar as suas pastas. Em seguido, vá para a sua pasta \Blender\Scripts\ e copia os seus scripts que não vem com o Blender para a pasta .blender\scripts. Os seus plugins de sequência e texturas estão indicados na janela de preferências, eu guardo eles no \Blender\bin. Os seus diferentes layouts de tela são selecionados pelo botão-lista de esquerda no topo da tela. Você pode mudar e redimensionar cada um deles de acordo com as suas necessidades (para iniciantes, deixa tudo assim mesmo). Se você clica o botão "render", a pasta "output" em cima é aonde as suas animações serão salvas, você pode querer mudar isso para outra pasta como or exemplo o "tmp". Finalmente, salve as mudanças com a ctrlUkey

[edit] Windows

[edit] Instalação Rápida

Descarregue o ficheiro blender-2.3#-windows.exe, (sendo 2.3# o número identificativo da versão) da secção de downloads do website do Blender. Comece a instalação clickando duas vezes sobre o ficheiro. Isto conduzi-lo-á a algumas questões, para as quais por omissão deverá optar por OK. Depois de completar o setup, pode iniciar o Blender imediatamente, ou utilizar o atalho no menu Iniciar criado para o efeito.

[edit] Instruções Detalhadas

Descarregue o ficheiro blender-2.3#-windows.exe da secção de 'Downloads' do website do Blender. Escolha descarregar (download) se for questionado para o efeito. Selecione o local para onde o pretende guardar e pressione "Guardar". Depois dirija-se ao local para onde gravou o ficheiro e clicke duas vezes sobre o mesmo para iniciar a instalação.

O primeiro menu apresenta-lhe a licensa. Deverá aceita-la se pretender prosseguir a instalação. Depois de aceitar a licensa, selecione os componentes que pretende instalar (só existe um, de momento, o Blender) e as acções adicionais que pretender executar, que são três: Adicionar um Atalho ao menu Iniciar, Adicionar o icon do Blender ao Ambiente de Trabalho, Associar ficheiros .blend com o Blender. Por omissão estão todos selecionados. Se não pretender efectuar alguma destas acções, desselecione a caixa de opção correspondente. Quando pronto, clicke em Next, (Seguinte).

Selecione o local para onde pretende instalar a aplicação (a sugestão apresentada deverá ser aceitável), e pressione Next, (Seguinte) para começar a instalar o Blender. Pressione Close (Fechar) quando terminar a instalação.

Ser-lhe-á perguntado se pretende iniciar o Blender imediatamente após da instalação. O Blender está, agora, instalado e pode ser iniciado quer através do atalho no menu Iniciar (uma entrada chamada "Blender Foundation" deverá ter sido criada pelo instalador) quer através de um duplo clicke num ficheiro (*.blend).

[edit] Instalação portátil

Se, como muitas pessoas, você é a) obcecado pelo Blender e b) tem uma chave USB, você vai gostar de saber que Blender roda muito bem em uma chave USB. Basta baixar a versão .zip e extrai-la. Você só deveria evitar que ele salva as animações na própria chave, pois isso poderia reduzir a longevidade dela, mas fora isso Blender roda perfeitamente.

[edit] OSX

[edit] Instalação

Descarregue o ficheiro blender-2.3#-darwin-6.6-powerpc.dmg da secção de downloads do website do Blender. Extraia o seu conteúdo através de um duplo click sobre ele. Isto abre uma directoria com diversos ficheiros.

Uma vez que o Blender utiliza o OpenGL para renderizar a interface, e o Mac OSX desenha todo o Ambiente de Trabalho também com OpenGL, necessitará de verificar que possui VRAM suficiente no seu sistema. O Blender não executa correctamente com menos do que 8MB de VRAM. Com 16 MB ou mais de VRAM, deverá regular o seu monitor para "1000s de cores" (System-Preferences -> Displays).

Pode utilizar o Blender executando um duplo click sobre o seu icon. Ou arrastando o icon para a Dock para criar aí um atalho. O Blender inicia-se por omissão numa janela pequena. Pode encontrar Dicas sobre a versão OSX no ficheiro OSX tips.rtf (em inglês por enquanto), no directório de instalação.

Se o Blender não roda, se certifique que baixou a versão correta; muitas vezes usuários novos baixam a versão com python 2.4 por acidente. Tente baixar a versão com python 2.3 se não rodar.

[edit] Linux

[edit] Instalação Rápida

Descarregue o ficheiro blender-2.3#-linux-glibc#.#.#-ARCH.tar.gz da secção de 'downloads' do website do Blender. Aqui, 2.3# significa a versão do Blender, #.#.# é a versão da glibc e ARCH é a arquitectura do sistema--pode ser i386 ou powerpc. Escolha a que se adequar á sua máquina, tendo em atenção a diferença em compilação estática e dinâmica (ver acima).

Descomprima o arquivo para um local da sua preferência. Isto criará um directório chamado blender-2.3#-linux-glibc#.#.#-ARCH, no qual encontrará o ficheiro binário (executável) blender.

Para iniciar o Blender, abra um linha de comandos e execute ./blender, contando que tem o seu ambiente X a correr.

[edit] Instruções Detalhadas

Descarregue o ficheiro blender-2.3#-linux-glibc#.#.#-ARCH.tar.gz da secção de 'Downloads' do website do Blender. Escolha 'Guardar' se questionado para o efeito, e escolha o local para onde o pretende guardar. Dirija-se ao directório para onde pretende instalar o Blender (p. ex. /usr/local/) e descomprima o ficheiro (usando tar xzf /path/to/blender-2.3#-linux-glibc#.#.#-ARCH.tar.gz). Se quiser, pode renomear a directoria criada automaticamente de blender-2.3#-linux-glibc#.#.#-ARCH para algo mais curto e intuitivo, como por exemplo blender.

O Blender está agora instalado e pode ser executado através da linha de comandos introduzindo /path/to/blender, e pressionando a tecla enter, na linha de comandos. Se estiver a usar o KDE ou o Gnome pode iniciar o Blender usando o Gestor de Ficheiros da sua preferência, navegando até à sua pasta e clickando (ou duplo click) sobre ele.

Se estiver a usar o Gestor de Janelas Sawfish, talvez queira adicionar uma linha ("Blender" (system "blender &")) ao seu ficheiro .sawfish/rc.

[edit] Adicionar icons do Blender no KDE

  1. Selecione o "Menu Editor" a partir do submenu System do menu K.
  2. Selecione o submenu chamado "Graphics" na lista que aparece.
  3. Clicke em "New Item". E uma caixa de mensagem aparecerá perguntado por um novo nome. Introduza o nome adequado e pressione "OK".
  4. Será de novo dirijido ao menu, e o submenu "Graphics" expande-se, com a nova entrada em destaque. Na secção que aparece à direita, certifique-se que os seguintes campos estão preenchidos: "Name", "Comment", "Command", "Type", e "Work Path".
    • O campo "Name" já deve estar preenchido, mas pode ser alterado a qualquer momento.
    • Preencha o campo "Comment". É o que aparece quando desloca o cursor sobre o icon.
    • Clicke no icon de pasta no fim do campo "Command" para procurar o icon do programa blenderpublisher. Selecione-o e clicke OK para voltar ao Menu Editor.
    • O tipo deve ser "Application".
    • O work path deve conter o mesmo que "Command", sem o nome do programa. Por exemplo, se no campo "Command" estiver /home/user/blender-publisher-#.##-linux-glibc#.#.#-ARCH/blender, em "Work Path" deve estar /home/user/blender-publisher-#.##-linux-glibc#.#.#-ARCH/.
  5. Clicke "Apply" e feche o Menu Editor.

Para adicionar um link para o Blender no KPanel, clicke com o botão direito do rato num espaço vazio do KPanel, e navegue sobre "Add", depois "Button", depois "Graphics" e selecione "Blender" (ou o nome que tiver escolhido para nome do item do menu no passo 3). Alternativamente, clicke no submenu "Configure Panel" no menu K, clicke em "Add", "Button", "Graphics", e depois "Blender".

Para adicionar um item ao Ambiente de Trabalho para o Blender, abra o Konquerer (que se encontra no Panel por omissão, ou no submenu "System" do menu K) e navegue até ao icon do programa blenderpublisher onde o descompactou no inicio. Clicke, e sem largar o botão do rato, arraste-o para um espaço vazio do seu Ambiente de Trabalho. Será questionado para "Copy Here", "Move Here", ou "Link Here"; escolha "Link Here".

[edit] Adicionar icons do Blender no GNOME

  1. Selecione "Edit menus" a partir do submenu Panel do menu GNOME.
  2. Selecione o submenu"Graphics", e clicke no botão "New Item".
  3. No painel à direite, preencha os campos "Name:", "Comment:", e "Command:". Em "Name:" introduza o nome do programa (por exemplo Blender). Pode colocar aqui o que quiser, é o que irá aparecer no menu, mas não afecta em nada as funcionalidades do programa. Preencha o campo "Comment:" com um comentário descritivo. Isto é o que aparece nos menus/popups de dicas. Preencha o campo "Command:" com o caminho completo para o Blender, por exemplo, {Literal|/home/user/blender-publisher-#.##-linux-glibc#.#.#-ARCH/blender}}
  4. Clicke no botão "No Icon" para escolher um icon. Poderá, ou não, existir um icon no seu local por omissão. Se não existir, pode fazer um, ou procurar no local dos icons do KDE, que deverá ser: /opt/kde/share/icons/hicolor/48x48/apps/blender.png. Se o seu directório de instalação é diferente pode procura-lo, usando um Terminal de Consola e escrevendo: find / -name "blender.png" -print.
  5. Clicke no botão "Save" e feche o Menu Editor.

Para adicionar um icon de Painel, clicke com o butão direito do rato numa zona em branco do Panel, e selecione "Programs", "Graphics" e de seguida "Blender. Alternativamente, poderá clickar no menu GNOME, selecionar "Panel", "Add to panel", "Laucher from menu", depois "Graphics" e depois "Blender".

Para adicionar um icon do Blender ao Ambiente de trabalho, abra o Nautilus, (duplo-clicke na pasta Home no canto superior direito do seu Ambiente de Trabalho, ou clicke sobre o menu GNOME, depois "Programs", "Applications, e "Nautilus"). Navegue até à pasta que contém o icon do blenderpublisher. Clicke com o botão direito do rato e arraste-o para o Ambiente de Trabalho. Será questionado para "Copy Here", "Move Here", ou "Link Here"; escolha "Link Here".

[edit] FreeBSD

[edit] Instalação

Faça o download do ficheiro blender-2.3#-freebsd-#.#-i386.tar.gz da secção de downloads do website do Blender. Aqui, 2.3# significa a versão do Blender, #.# é a versão do FreeBSD e i386 é a arquitectura do sistema.

Para iniciar o Blender, abra uma linha de comandos e execute ./blender, com uma instancia do X a correr.

[edit] Irix

[edit] Instalação

Baixe o arquivo blender-2.3#-irix-6.5-mips.tar.gz da seção 'Downloads' do site do Blende. Lá, 2.3# é a versão do Blender, 6.5 é a versão do Irix e mips é a arquitetura da máquina.

Para rodar o Blender, basta abrir uma linha de comando e executar ./blender, naturalmente com o X rodando. Blender foi originalmente desenvolvido para a plataforma Irix, mas não é mais ativamente mantido para todas as versões de Irix. Para algumas versões foram registradas perdas de performância

[edit] Solaris

[edit] Instalação

Baixe o arquivo blender-2.3#-solaris-2.8-sparc.tar.gz da seção 'Downloads' do site do Blender. Lá, 2.3# é aversão do Blender, 2.8 é a versão de Solaris e sparc é a arquitetura da máquina.

No momento não existe mais âmpla informação sobre o Sun Solaris. Consulte os forums do site do Blender para encontrar ajuda.







Redirects to fix

  • Manual.pt/PartI/Compiling the sources → Dev:PT/Doc/Compiling the sources
  • Manual.pt/PartI/Interface → Doc:PT/Manual/Interface
  • Manual.pt/PartI/Introduction → Doc:PT/Manual/Introduction